Marido mata mulher a tiros e fere homem em apartamento no DF

13/06/2019

 

 

Uma mulher foi morta a tiros e um homem ficou ferido após ser baleado na cabeça na noite desta quarta-feira (12/06/2019), em um apartamento no Cruzeiro Novo, na Quadra 1405, Bloco G, próximo ao terminal rodoviário da cidade. Segundo testemunhas, Francisca Naíde de Oliveira Queiroz, 58 anos, foi atingida pelo marido, que é militar da reserva da Aeronáutica.

A polícia o identificou como sargento Queiroz. O filho do casal compareceu à cena do crime e confirmou a prisão do pai. Vizinhos relatam ter ouvido seis disparos de arma de fogo.

O homem foi preso pela Polícia Militar momentos após o crime. De acordo com tenente da Polícia Militar Leandro Santos, o autor estava muito exaltado. Ele se entregou e confessou o crime. “Quando a gente subiu para verificar o que ocorreu no apartamento, nos deparamos com duas vítimas. O homem que levou o tiro foi levado ao Hospital de Base. A mulher veio a óbito no local. A princípio foi uma situação envolvendo marido e mulher. Não temos a informação do que ocasionou o desacordo entre eles”, disse.

A PM não confirmou se o assassinato foi feminicídio. O acusado foi encaminhado à 5ª Delegacia de Polícia (área central).

Neste 2019, o Metrópoles inicia um projeto editorial para dar visibilidade às tragédias provocadas pela violência de gênero. As histórias de todas as vítimas de feminicídio do Distrito Federal serão contadas em perfis escritos por profissionais do sexo feminino (jornalistas, fotógrafas, artistas gráficas e cinegrafistas), com o propósito de aproximar as pessoas da trajetória de vida dessas mulheres.

O Elas por Elas propõe manter em pauta, durante todo o ano, o tema da violência contra a mulher para alertar a população e as autoridades sobre as graves consequências da cultura do machismo que persiste no país.

Desde 1° de janeiro, um contador está em destaque na capa do portal para monitorar e ressaltar os casos de Maria da Penha registrados no DF. Mas nossa maior energia será despendida para humanizar as estatísticas frias, que dão uma dimensão da gravidade do problema, porém não alcançam o poder da empatia, o único capaz de interromper a indiferença diante dos pedidos de socorro de tantas brasileira. 

 

Fonte: Metrópoles

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